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quinta-feira, 21 de maio de 2009


É uma vergonha!


Ana Júlia tem se comportado muito pior que os governos tucanos (Jatene e Almir). Quando assuniu em 2007, com o orçamento de Simão Jatene ofereu para nossa categoria algo acima de 9%, justificando, naquela ocasião, que só poderia repassar esse percentual porque estava obedecendo um orçamento aprovado pelo governo que havia saído e que em 2008 ofereceria um percentual bem acima. Nossa categoria infelizmente acreditou!!


Em 2008 os trabalhadores em educação foram surppreendidos com um percental abaixo dos 9% orçado no governo de Jatene (Que vergonha, governadora!!) Além disso, provou que é pior que Jatene: mandou a polícia militar espancar trabalhadores.


Agora em 2009 (já era de se esperar) com a maior cara-de-pau oferece um índice que deixa o salário-base dos trabalhadores de nível superior abaixo do mínimo. Para Ana Júlia caem muito bem os versos do grande Noel Rosa "Mas que mulher indigesta / Merece um tijolo na testa"


Continuamos na luta até a vitória!!


Miguel Taurino

quarta-feira, 20 de maio de 2009



Mulher indigesta

Mas que mulher indigesta!

(Indigesta!)

Merece um tijolo na testa

Essa mulher não namora

Também não deixa mais ninguém namorar

É um bom center-half pra marcar

Pois não deixa a linha chutar

E quando se manifesta

O que merece é entrar no açoite

Ela é mais indigesta do que prato

De salada de pepino à meia-noite

Essa mulher é ladina

Toma dinheiro, é até chantagista

Arrancou-me três dentes de platina

E foi logo vender no dentista

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Arte de Amar

"Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não."

E vamos à luta


Eu acreditoÉ na rapaziada
Que segue em frente
E segura o rojão
Eu ponho fé
É na fé da moçada
Que não foge da fera
E enfrenta o leão
Eu vou à luta
É com essa juventude
Que não corre da raia
A troco de nada
Eu vou no bloco
Dessa mocidade
Que não tá na saudade
E constrói
A manhã desejada...

Aquele que sabe que é negro
O coro da gente
E segura a batida da vida
O ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco
De um jogo tão duro
E apesar dos pesares
Ainda se orgulha
De ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
Entra no botequim
Pede uma cerva gelada
E agita na mesa
Uma batucada
Aquele que manda o pagode
E sacode a poeira
Suada da luta
E faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos pelaí...
Acredito
É na rapaziada
Que segue em frente
E segura o rojão
Eu ponho fé
É na fé da moçada
Que não foge da fera
E enfrenta o leão
Eu vou à luta
É com essa juventude
Que não corre da raia
A troco de nada
Eu vou no bloco
Dessa mocidade
Que não tá na saudade
E constrói
A manhã desejada...
Aquele que sabe que é negro
O coro da gente
E segura a batida da vida
O ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco
De um jogo tão duro
E apesar dos pesares
Ainda se orgulha
De ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
Entra no botequim
Pede uma cerva gelada
E agita na mesa logo
Uma batucada
Aquele que manda o pagode
E sacode a poeira
Suada da luta
E faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos pelaí
Eu acredito
É na rapaziada!